Suspeitos de matar PM em João Pessoa podem ter planejado crime com diálogo no Facebook

15 de agosto de 2013 Comentários
Gilberson Cowboy, Guilherme Júnior e Yang Brandão

Gilberson Cowboy, Guilherme Júnior e Yang Brandão

Dois dos três presos que confessaram participação na morte do policial militar Ozimar Oliveira, utilizaram seus perfis na rede social Facebook, poucas horas antes do crime, onde revelaram indícios de que estariam planejando o ato criminoso. “Ele gosta de caçar, vamos ver se ele gosta de ser a caça”, revelou a postagem de um deles.

Josimar Guilherme da Silva Júnior, Gilberson Souto da Silva “Cowboy” e Yang Stéfany Brandão foram presos no final da tarde desta quinta-feira (15), sob suspeita de matar o policial militar e corretor Ozimar Oliveira, por volta das 14h. O crime ocorreu na imobiliária onde a vítima trabalhava no bairro José Américo, zona Sul de João Pessoa. O trio suspeito foi preso poucas horas depois.

De acordo com as investigações acompanhadas pelo superintendente da Polícia Civil, Wagner Dorta, logo após o homicídio, por volta das 15h, um dos suspeitos foi à Central de Polícia, no bairro do Varadouro, prestar queixa do furto do seu veículo.

“Estranhamos a versão dada por Josimar, que também é corretor de imóveis. Ele informou que o carro tinha sido roubado por dois homens em uma motocicleta. Após passar por vários questionamentos, ele entrou em contradição e não demorou muito para trazer o advogado e confirmar a participação na ação criminosa, delatando os demais”.

Em depoimento, o trio confirmou que havia se dirigido à imobiliária para assaltar, no entanto, quando percebeu que a vítima estava armada, o “Cowboy” atirou três vezes, acertando a Ozimar uma vez na cabeça e duas no peito. Outra pessoa, identificada apenas como “Fernandinho”, também foi apontado como participante do crime. Após a invasão a imobiliária, os suspeitos fugiram em um veículo de cor preta, sem levar nenhum dos objetos do policial assassinado.

Ozimar ainda foi socorrido ao Hospital Ortotrauma de Mangabeira (Trauminha), mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. O PM trabalhava como corretor de imóveis e prestava serviço na Guarda do Palácio do Governo do Estado.

Por Pollyana Sorrentino

Portal Correio

MÍDIA PARAÍBA

 

 

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